Mark Driscoll
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Mark Driscoll
30/01/11
“Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade. (Rm 12:13 NVI)
O dom espiritual de hospitalidade é a habilidade de receber bem os estranhos e entreter os convidados, freqüentemente em sua casa, com grande alegria e carinho de forma que eles se tornem amigos. Hospitalidade deve para incluir a família (1 Tm 5:8), amigos (Pv 27:10), cristãos (Gl 6:10), e estranhos que podem não ser cristãos (Lv 19:34).
Estas pessoas tendem a ter uma “casa aberta” onde outros são bem-vindos para visitar. Este dom é freqüentemente associado aos talentos naturais de decoração de interiores, arte culinária e planejamento de eventos. É importante lembrar que a hospitalidade não deve ser estendida a falsos mestres e outros do mesmo tipo, que são uma ameaça (2 Jo 10-11).
Jesus gastou tempo ajudando os marginalizados da sociedade (Mt 11:19), freqüentemente comeu com Seus discípulos e nos recebeu na família de Deus que inclui uma morada eterna (Jo 14:2) e uma festa eterna (Is 25:6-9; Ap 19:6-9). Presbíteros e pastores devem exercitarem a hospitalidade (1 Tm 3:2; Tt 1:8). Pedro desfrutou a hospitalidade de Simão (At 9:43) e Cornélio (At 10:48). Paulo desfrutou a hospitalidade de Lídia (At 16:15) e do carcereiro de Filipos (At 16:34).
Fonte: Bom Caminho / Mark Driscoll
30/01/11
“Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar use-o na proporção da sua fé. Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria. (Rm 12:6-8 NVI)
O dom de misericórdia é a capacidade de sentir e expressar compaixão e solidariedade incomum para com aqueles em situações difíceis ou de crise e lhes proporcionam a ajuda e apoio necessários para atravessar tempos difíceis.
Eles têm a capacidade de “se colocar na situação de outros” e de sentir a dor e o fardo que eles carregam. Eles desejam fazer uma diferença na vida de pessoas que sofrem sem serem críticos. Eles podem ter dificuldade de avaliar as intenções dos outros e por vezes parecem ingênuos.
Jesus ensinou sobre a misericórdia (Mt. 5:7; 9:13; 23:23). Ele é constantemente descrito como tendo compaixão (Mt. 9:36; 15:32; 23:37; Lc. 7:13) e era tão cheio de misericórdia que por vezes chegou a chorar (Jo. 11:35). A misericórdia de Jesus incluiu uma atenção e preocupação pelas crianças (Mt. 19:14). Dorcas era “notável pelas boas obras e esmolas que fazia” (Atos 9:36). Além disso, o bom samaritano é uma das mais clássicas histórias já contadas sobre o tema da misericórdia (Lc. 10:30-37).
Fonte: Bom Caminho / Mark Driscoll
30/01/11
“Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar use-o na proporção da sua fé. Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo… (Rm 12:6-8 NVI)
O dom espiritual de liderança é encontrado em pessoas que têm uma clara e significativa visão da parte de Deus e têm a habilidade de comunicá-la publicamente ou reservadamente de tal modo que influenciam outros a perseguir aquela visão.
Estas pessoas tendem a gravitar para a “posição central” em um ministério. Outros tendem a ter confiança nas habilidades delas. Eles servem melhor os outros liderando-os. Eles tendem a operar com um forte senso de destino.
Jesus foi um líder tão talentoso que nos seus dias milhares O seguiram e hoje bilhões O seguem como o maior líder que jamais viveu. Outros exemplos são abundantes, incluindo Abraão, Moisés, Josué, Davi, Daniel, Josias, Paulo, Pedro e Tiago.
Fonte: Bom Caminho / Mark Driscoll
30/01/11
“Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar use-o na proporção da sua fé. Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente… (Rm 12:6-8 NVI)
O dom de contribuir é a habilidade de dar dinheiro e outras formas de riqueza alegre, sábia e generosamente para satisfazer as necessidades de outros e ajudar a sustentar ministérios.
Independentemente da quantia, pessoas com este dom genuinamente vêem seus tesouros, talentos e tempo como pertencentes a Deus e não a eles mesmos. Eles são freqüentemente movidos a satisfazer as necessidades físicas de outros. Eles gostam de dar de si mesmos e do que têm. Mesmo quando eles não possuem os recursos para ajudar, eles oram fervorosamente para que essas necessidades sejam atendidas.
Aproximadamente 25 por cento das palavras de Jesus nos Evangelhos estão relacionadas aos nossos recursos e a mordomia para com eles. Embora ele fosse pobre, Jesus não só alimentou milhares (Marcos 6:41) mas também deu-nos sua vida como um presente (João 15:13). Em outros pontos na Bíblia, a viúva (Marcos 12:42-43), Tabita (Atos 9:36), Barnabé (Atos 4:34-37), e a igreja macedônia (2 Cor. 8:1-2), todos tiveram este dom.
Fonte: Bom Caminho / Mark Driscoll
30/01/11
“Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar use-o na proporção da sua fé. Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; se é dar ânimo, que assim faça… (Rm 12:6-8 NVI)
O dom de encorajamento (também chamado de dom de exortação) envolve motivar, encorajar e consolar outras pessoas de forma que elas amadureçam na sua caminhada com Jesus.
Cristãos com este dom têm uma sensibilidade incomum para com aqueles que estão desanimados ou em lutas e são atraídos para eles. Como resultado, as pessoas tendem a procurá-los em busca de palavras restauradoras, verdade graciosa e conselho compassivo. Estas pessoas também tendem a ter um alto grau de paciência e otimismo. Elas podem ter uma queda para relacionamentos um-a-um e preferem trabalhar com indivíduos ou pequenos grupos.
Jesus nos disse para amar até mesmo os nossos inimigos e fazer bem a eles (Lucas 6:27-35), e exortou as pessoas a deixarem sua vida de pecado (João 8:11). Barnabé, cujo nome significa “Filho do Encorajamento” (Atos 4:36), encorajou a Paulo (Atos 9:27) e João Marcos (Atos 15:39). Paulo tinha este dom (Atos 14:21-22; 16:40; 20:1) como também Judas e Silas (Atos 15:31-32).
Fonte: Bom Caminho / Mark Driscoll
30/01/11
“E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas… (Ef 4:11 NVI)
O dom de evangelismo é a habilidade e o desejo de comunicar, corajosa e claramente, o evangelho de Jesus Cristo para que não-cristãos tornem-se cristãos.
Os evangelistas freqüentemente se preocupam calorosamente com os perdidos e têm um forte desejo de vê-los conhecer Jesus. Eles sentem compaixão pelos perdidos e procuram seriamente entender as perguntas e dúvidas deles de forma que eles possam prover uma resposta convincente. Freqüentemente um evangelista prefere estar com pessoas na cultura do que ficar na companhia de cristãos na igreja.
Lucas 19:10 diz que “o Filho de Homem veio buscar e salvar o que estava perdido.” Pessoas acusaram Jesus de ser “um amigo de cobradores de impostos e ‘pecadores’” porque ele teve muitos relaçionamentos evangelísticos com pessoas pecadoras (Mateus 11:19). Filipe (Atos 21:8) e Timóteo (2 Timóteo 4:5) também são exemplos de evangelistas.
Fonte: Bom Caminho / Mark Driscoll
30/01/11
“Ora, vocês são o corpo de Cristo, e cada um de vocês, individualmente, é membro desse corpo. Assim, na igreja, Deus estabeleceu primeiramente apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois os que realizam milagres, os que têm dons de curar, os que têm dom de prestar ajuda, os que têm dons de administração…” (1 Co 12:27-28 NVI)
O dom de administração é a habilidade dada por Deus de dar direção e tomar decisões em favor de outros, que resultam em operação eficiente e no alcance de metas. A administração inclui a habilidade de organizar pessoas, coisas, informações, finanças, etc. Freqüentemente a marca de um administrador é a habilidade de executar coisas de um modo “decente e ordenado” (1 Coríntios 14:40)
Administradores freqüentemente têm um olho aguçado para detalhes. Eles também podem possuir os talentos naturais de organização, observação e atenção a detalhes, solução de problemas, e capacidade de raciocínio.
Jesus organizou Seu ministério escolhendo um círculo interno de três discípulos (Marcos 9:2), designando os doze (Marcos 3:13-14) e enviando os setenta de dois em dois (Lucas 10:1). José (Gênesis 41:41-57; 47:13-26), Jetro (Êxodo 18) e Tito (Tito 1:5) demonstram o dom de administração.
Fonte: Bom Caminho / Mark Driscoll
30/01/11
“Ora, vocês são o corpo de Cristo, e cada um de vocês, individualmente, é membro desse corpo. Assim, na igreja, Deus estabeleceu primeiramente apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois os que realizam milagres, os que têm dons de curar, os que têm dom de prestar ajuda…” (1 Co 12:27-28 NVI)
“Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine;…” (Rm 12:7 NVI)
O dom de ajuda/serviço é a habilidade para trabalhar alegremente ao lado de outro e ajudar aquela pessoa a completar a tarefa que Deus lhes deu. Pessoas com este dom geralmente preferem trabalhar nos bastidores. Eles também tendem a achar alegria ajudando a aliviar os fardos e responsabilidades de outros. Este dom normalmente é acompanhado por uma atitude de humildade e sacrifício, bem como uma habilidade de perceber as necessidades de outros.
Estas pessoas tendem a demonstrar uma atitude de servo, lealdade, atenção aos detalhes, e receptividade às iniciativas de outros. Eles funcionam bem em posições de detalhe e assistência na liderança.
Mateus 20:28 afirma que “o Filho do Homem [Jesus], que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” Jesus também disse: “Pois, no meio de vós, eu sou como quem serve” e Ele até mesmo lavou os pés dos seus discípulos (Lucas 22:27; João 13:5). Já que os servos trabalham freqüentemente nos bastidores, o trabalho deles mas não seus nomes são mencionados freqüentemente na Bíblia (por exemplo: Números 11:17; 1 Timóteo 6:2; Atos 6:1-3). Pessoas citadas na Bíblia que ajudaram a igreja por meio de serviço incluem Febe, Priscila, Aqüila, Trifena, Trifosa (Romanos 16:1-4,12), e João Marcos (Atos 13:5). Algumas dessas pessoas com este dom também são designadas para a liderança como diáconos da igreja (1 Timóteo 3:8-13).
Fonte: Bom Caminho / Mark Driscoll
30/01/11
“Ora, vocês são o corpo de Cristo, e cada um de vocês, individualmente, é membro desse corpo. Assim, na igreja, Deus estabeleceu primeiramente apóstolos…” (1 Co 12:27-28 NVI)
“E ele designou alguns para apóstolos…” (Ef 4:11 NVI)
O Dom Espiritual de Apóstolos Definido
Há muita confusão sobre o dom espiritual de apostolado porque muitas vezes há uma falha em distinguir o ofício de apóstolo do dom de apóstolo. O ofício de apóstolo refere-se aos doze escolhidos por Jesus (p.ex., Mateus 10:1; 19:28; 20:17; Marcos 3:13-19; 6:7; 9:35; 10:32; Lucas 6:12-16; 8:1; 9:1; 22:19-30; João 6:70-71; Apocalipse 21:14). Os requisitos para o ofício de apóstolo incluem ser uma testemunha ocular da vida e ressurreição de Jesus (Atos 1:21-26). Outro requisito é o poder miraculoso (Atos 2:43; 5:12; 8:18; 2 Coríntios 12:12; Hebreus 2:4). Portanto, apóstolos não existem hoje (p.ex., escrevendo livros da Bíblia), embora a função do seu ofício permanece existindo em um sentido restrito.
Por exemplo, apostolado em um sentido secundário aplica-se a pessoas como Barnabé (Atos 14:3-4, 14), Apolo e Sóstenes (1 Coríntios 4:6-9), Andrônico e Júnias (Romanos 16:7), Tiago (Gálatas 1:19), e Silas e Timóteo (1 Tessalonicenses 1:1; 2:6). Eles, como os apóstolos hoje, eram indivíduos capacitados enviados de um lugar para outro para iniciar e estabelecer igrejas locais (Atos 13:3-4). Este dom também inclui a capacidade de ministrar de forma transcultural (Atos 10:34-35; Efésios 3:7-8). Nos dias de hoje, plantadores de igreja e missionários estão operando na esfera do seu dom de apostolado, bem como líderes cristãos que Deus levanta para liderar e influenciar múltiplas igrejas e pastores.
Estas pessoas muitas vezes têm um bom número de dons, tais como evangelismo, ensino, liderança, fé e exortação e são motivadas por novas e difíceis tarefas.
Hebreus 3:1 afirma: “Por isso, santos irmãos, que participais da vocação celestial, considerai atentamente o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão, Jesus.” Jesus também edifica a igreja (Mateus 16:18; Hebreus 3:1-6). Ele é a principal pedra angular da igreja, na qual o fundamento dos profetas e apóstolos é posta (Efésios 2:20), e sobre a qual Ele governa como Supremo Pastor (1 Pedro 5:4). Paulo é outro exemplo (Romanos, 1 Coríntios, 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Colossenses, 1 Timóteo, 2 Timóteo, e Tito, todos começam com Paulo anunciando a si mesmo como um apóstolo). Também, uma leitura de Atos indica que Paulo servia de forma transcultural e plantava igrejas. Pedro também detinha o ofício de apóstolo (Gálatas 2:8; 1 Pedro 1:1).
Líderes de seitas e falsos mestres afirmam ter autoridade que é, na prática, igual a das Escrituras porque eles são como aqueles apóstolos que escreveram a Bíblia. Mas essas pessoas são falsos apóstolos (2 Coríntios 11:13; Apocalipse 2:2) e “super-apóstolos” auto-iludidos (2 Coríntios 11:5, 13; 12:11).
Fonte: Bom Caminho / Mark Driscoll
30/01/11
“Ora, vocês são o corpo de Cristo, e cada um de vocês, individualmente, é membro desse corpo. Assim, na igreja, Deus estabeleceu primeiramente apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres;…” (1 Co 12:27-28 NVI)
“Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine;…” (Rm 12:7 NVI)
O dom de ensino é a capacidade concedida por Deus de compreender e comunicar a verdade bíblica de forma clara e relevante para que haja compreensão e aplicação.
Aprender, pesquisar, comunicar e ilustrar a verdade são qualidades que um indivíduo manifestará ao exercitar o dom de ensino. Estas pessoas gostam de estudar e aprender novas informações e obtém grande alegria compartilhando isto com outros. O formato do ensino pode variar de um discipulado um a um até classes formais, estudos bíblicos informais, grandes grupos, e pregação que é uma forma de ensino.
Por todos os evangelhos, Jesus era comumente chamado de Rabbi, que quer dizer “mestre.” Mateus 4:23 diz que “Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando” e Mateus 7:28-29 dizem que “Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas.”
Áqüila e Priscila (Atos 18:26), Paulo (Atos 19:8-10; 20:20; Colossenses 1:28; 1 Timothy 2:7), presbíteros/pastores (1 Timóteo 3:2; 5:17), Timóteo (1 Timóteo 4:11,13; 6:2), e as mulheres piedosas (Titus 2:2-4), todos demonstram o dom de ensino.
Fonte: Bom Caminho / Mark Driscoll